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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Sistema bloqueia celulares e presos tentam reclamar com operadoras em São Paulo

Um software nacional que bloqueia ligações de celulares em presídios foi instalado em sigilo no Centro de Detenção Provisória de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.

Funciona desde 18 de outubro e até agora seu aproveitamento foi de 100%, segundo relatório que está em poder do governador Geraldo Alckmin e foi obtido com exclusividade pela Folha.

Os testes tiveram autorização da SAP (Secretaria da Administração Penitenciária). Celulares são uma grande arma para o crime organizado agir de dentro das prisões.

O dispositivo não interferiu em celulares fora da prisão --problema verificado em testes com outros aparelhos.

Os funcionários da penitenciária sabiam que o equipamento havia entrado em operação. Os presos, não.

Com ligações incompletas, houve várias tentativas de chamados para os SACs (Serviço de Atendimento ao Cliente) das operadoras, para tentar descobrir o motivo. Somente para o SAC da TIM, foram 23 tentativas nos três primeiros dias.

CHIPS

Segundo o relatório, foram detectados nos primeiros nove dias de testes 1.513 chips dentro da prisão, que abriga 2.042 detentos. O número inclui os aparelhos de 264 agentes e funcionários, bem como das visitas, todos bloqueados.

O sistema (ou software) bloqueia qualquer tipo de celular, seja de tecnologia comum, 3G ou rádio (Nextel), e é produzido pela empresa Innovatech.

Desde 2006, a SAP faz testes com um outro equipamento, de uma companhia de origem israelense, a Suntech.

As duas travam uma batalha nos bastidores por eventual distribuição dos equipamentos ao poder público.

O nacional tem custo estimado em R$ 600 mil por unidade; o outro, R$ 1 milhão.

"SUGADOR"

O bloqueador nacional funciona a partir da estrutura de um "amplificador" de sinal de celular, um equipamento geralmente usado em fazendas e lugares ermos.

O software inverteu esse "amplificador", transformando-o numa espécie de "sugador" ou "ímã" de ligações.

Qualquer aparelho ligado que adentrou o perímetro do CDP de Mogi, ou que já estava lá dentro e foi ligado, foi identificado imediatamente.

Se o aparelho faz uma ligação, o sistema deixa que ela seja feita, mas não que seja completada. Também identifica dia e horário, o número para qual chamou e quanto tempo durou a tentativa.

Não permite ainda que ligações de fora para dentro do presídio sejam completadas.

Por meio de sua assessoria, a SAP informou que não pode prestar qualquer tipo de informação sobre os testes. A justificativa é que o protocolo de intenções, firmado entre a pasta e uma empresa do ramo, possui cláusula de confidencialidade.

Innovatech e Suntech não quiseram se manifestar.

INTERCEPTAÇÕES

O presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de São Paulo, Daniel Grandolfo, confirmou os testes, mas disse ser contrário ao bloqueio em todos os presídios paulistas.

"As interceptações feitas com autorização judicial já salvaram muitas vidas de agentes e policiais. Não dá para ficar sem informação do crime organizado. Se todos os presídios forem bloqueados, não saberemos quais são os próximos passos desses criminosos."


Fonte: RICARDO FELTRIN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
AFONSO BENITES
DE SÃO PAULO
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1214381-sistema-bloqueia-celulares-e-presos-tentam-reclamar-com-operadoras-em-sp.shtml

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Lançado carro-bicicleta movido a energia solar











O Elf é um veículo híbrido, que une carro e bicicleta


Imagine você pedalando por ruas planas e, ao se deparar com um trajeto íngreme, poder recorrer à energia solar.

A equipe da Organic Transit, empresa norte-americana especializada em veículos ecológicos, trabalhou na ideia e lançou o modelo que reúne o conforto do carro com a sustentabilidade da bicicleta.

O pequeno Elf tem três rodas e ainda baterias que podem ser recarregadas ao sol ou em uma tomada padrão. Assim, você escolhe se pedala ou se usa a energia para chegar de um ponto a outro.

Compacto, o veículo foi projetado para ser ocupado por apenas uma pessoa, mas suporta bagagem de até 350 quilos.

A sua configuração com três rodas confere estabilidade e controle e pode ser usado tanto em estradas como em ciclovias padrão.

É equipado ainda com vários aparatos de segurança, como retrovisor, luzes traseiras e faróis de LED

Os primeiros cem modelos serão ofertados na internet a partir do dia 13. O valor estimado do veículo é de US$ 4.000.

Sem poluir a cidade e com a facilidade de escolher que hora suar ou não, fica mais fácil pensar em um modo de transporte alternativo para chegar ao trabalho.


Fonte: TATIANE RIBEIRO
DE SÃO PAULO
http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/1211422-lancado-carro-bicicleta-movido-a-energia-solar.shtml

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Shopping Uai!


Rei dos camelôs, empresário tenta construir império dos shoppings 'povão'

Após emergir da informalidade, o ex-camelô e agora empresário Elias Tergilene, 41, quer investir R$ 1,2 bilhão em cinco anos na expansão da rede de shoppings Uai, que segue, como ele mesmo diz, o modelo "povão".

A vida no mundo dos negócios começou cedo, aos 15 anos, e longe de centros urbanos onde estão seus cinco shoppings (três em Belo Horizonte, dois em Manaus).

Natural de Carlos Chagas (MG), no Vale do Jequitinhonha, uma das regiões mais pobres do país, Tergilene foi cedo com a família para Betim (26 km de BH).

"Lá, comecei vendendo esterco. Daí em diante, não parei mais de vender coisas." Porco, vaca, cabrito, porta-retrato, mexerica. "Tudo que diziam que dava dinheiro honesto, eu estava dentro."

Trocou os animais pela carroça. Fazendo carreto, comprou um bar em uma quadra esportiva. "Só trabalhei lá quatro meses. Muito papo, todo mundo amigo. Ninguém pagava. Quase quebrei."

Passou o ponto para não falir e voltou ao carreto. Para ter maior alcance, vendeu carroça, boi, vaca e comprou uma velha caminhonete modelo Chevrolet Brasil 61.

Levava lenha a restaurantes de BH, de onde saía com lavagem, alimento para porcos de uma favela da cidade.

Lá, iniciou outro negócio: uma serralheria para fabricar móveis. Com o sucesso, vendeu 51% da empresa ao grupo italiano Doimo, fabricante de móveis de luxo, em 1997.

Só após dez anos reencontrou o comércio popular. Como o grupo investia em imóveis, comprou um prédio, em frente à rodoviária de BH.

Usou o local para entrar em um ramo criado três anos antes, quando a prefeitura levou os camelôs das ruas para os camelódromos.

Tergilene foi a um deles. Gostou da "muvuca" e, assim, nasceu o shopping Uai.

"Eu falava a mesma língua deles." E a equipe vai nessa linha: "Não tenho executivo rico. Todos são do 'povão', filho de pedreiro, doméstica".

Até 2018, a turma do "povão" quer abrir 25 shoppings -três em SP. Em 2013, contarão com um fundo imobiliário. Na região central de SP, já participa da Feira da Madrugada, onde planeja erguer um shopping, em sociedade com os camelôs.

Os italianos da Doimo e os camelôs se sentam à mesma mesa. Enquanto os gringos não entendem o comércio popular, eles não compreendem a sanha da Europa pelo Brasil. No fim, falam a mesma língua. Prova disso é que em 2013 os camelôs venderão roupas de estilistas italianos.

A pirataria não é tabu. Para contê-la, Tergilene pediu à Fiesp (federação das indústrias) que as empresas fornecessem bens aos camelôs.

O segredo de seus centros é agradar o "povão": com torre de cerveja, carne na chapa e música ao vivo. Não há receio, porém, em inovar. Neste ano, o Uai de BH sediou o "Miss Prostituta". "A socialite julga e o povão vai ver."

Da época das "vacas magras", guarda a lábia de camelô e a Brasil 61, que vendeu, recomprou e reformou. "Fico olhando a caminhonete na garagem. A gente tem essas bobagens. Era um tempo difícil. Tenho saudades."


Fonte: HELTON SIMÕES GOMES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

PESQUISADORES JAPONESES CRIAM ÓVULOS EM LABORATÓRIO




As células-tronco romperam o que talvez fosse a sua última grande fronteira: o desenvolvimento de óvulos férteis a partir das formas mais "básicas" delas.

Por enquanto, o feito se restringe a camundongos, mas cientistas afirmam que ele pode representar um importante passo no tratamento da infertilidade feminina.

Em tese, há dois tipos de células-tronco que poderiam dar origem a qualquer tecido: as embrionárias e as iPS, que são células adultas "convencidas" por técnicas de laboratório a voltar a um estágio semelhante ao embrionário.

Na prática, porém, nenhum cientista tinha conseguido dar origem a óvulos férteis a partir desses dois modelos "básicos". Japoneses, liderados por Mitinori Saitou, da Universidade de Kyoto, deram um jeito nesse problema.

O processo de formação dos óvulos começa com as chamadas células germinativas primordiais, que possuem uma "personalidade" celular ainda muito básica.

Alterando alguns genes, os japoneses apostavam que seria possível induzir as células-tronco a se transformarem em células similares às germinativas primordiais.

Ao usar camundongos transgênicos, eles finalmente conseguiram dar origem a essas células, usando tanto as células-tronco embrionárias quanto as iPS (veja o quadro acima).

Em laboratório, os cientistas usaram esses óvulos em inseminações artificiais, que deram origem a filhotes férteis e saudáveis. A taxa de nascimento, porém, foi inferior à de filhotes oriundos de óvulos "tradicionais".

Se a técnica realmente puder ser aplicada em ser humanos --o que ainda deve demorar um bocado--, as implicações serão grandes.

Surgiria a possibilidade de criar óvulos de mulheres de qualquer idade, mesmo após a menopausa. Quem retirou os ovários devido a um câncer também se beneficiaria.

"Eles conseguiram um feito incrível, mas o trabalho não explica como algumas etapas foram feitas. O próprio grupo ainda precisa desvendar como alguns dos mecanismos funcionam", diz

Patrícia Beltrão Braga, pesquisadora de células-tronco iPS da USP. "Eles ainda não conseguiram fazer todo o processo in vitro", lembra ela.

A técnica, porém, já ligou um sinal amarelo devido a um dilema ético. Em tese, pela regressão a um estágio tão primordial de desenvolvimento, seria possível manipular as células para dar origem a espermatozoides.

Ou seja: casais do mesmo sexo poderiam ter um filho biológico, carregando 50% dos genes de cada genitor.

O grupo de Mitinori Saitou foi também o responsável por criar em laboratório os primeiros espermatozoides férteis com células-tronco.



Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1164118-pesquisadores-japoneses-criam-ovulos-em-laboratorio.shtml

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

ARTISTA NORUEGUÊS DESCONSTRÓI PAISAGEM ARQUITETÔNICA


Série de imagens do artista Espen Dietrichson apresenta edifícios fragmentados


O artista norueguês Espen Dietrichson se vale da arquitetura para criar imagens fortes de prédios desconstruídos.

Nas imagens criadas por ele, as construções parecem ter sido implodidas, e seus fragmentos flutuam no ar.

A série, intitulada "Variations on a Dark City" (variações em uma cidade sombria, na tradução do inglês), foi produzida a partir do uso de mídias como fotografia, técnicas de edição computadorizada e desenhos manuais.

A ideia é resgatar o dinamismo e o interesse visual que construções da cidade evocavam no passado. "Modificar a arquitetura era o meu primeiro interesse quando ingressei na universidade de artes", disse Dietrichson ao site "Dezeen".

As obras do artista estão expostas na Galerie Roger Tator, em Lyon, na França.


Fonte: http://classificados.folha.uol.com.br/imoveis/1158513-artista-noruegues-desconstroi-paisagens-arquitetonicas.shtml

terça-feira, 11 de setembro de 2012

JESUS, LÍDER SERVIDOR!




Naqueles dias, Jesus foi à montanha para rezar. E passou a noite toda em oração a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de apóstolos: Simão, a quem impôs o nome de Pedro, e seu irmão André; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelota; Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, aquele que se tornou traidor. Jesus desceu da montanha com eles e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judeia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. Vieram para ouvir Jesus e ser curados de suas doenças. E aqueles que estavam atormentados por espíritos maus também foram curados. A multidão toda procurava tocar em Jesus, porque uma força saía dele, e curava a todos. (Lucas 6,12-19)



Sempre que Jesus se isolava para rezar, é porque havia algo de extrema importância por fazer. Dessa vez, foi a escolha dos doze apóstolos. Apesar d’Ele ter o raciocínio rápido demais para dar as respostas mais sensatas, na hora de tomar decisões importantes Ele passava a noite inteira em reflexão, em oração.
Traçando um plano de vida e querendo cumpri-lo sem dar margem a erros, no Evangelho de hoje, Jesus vai ao monte e passa a noite inteira lá. “Monte”, aqui, significa intimidade profunda com Deus, pois Ele veio não para fazer a Sua vontade, mas a do Pai que O enviou.
Então, essa deve ser a primeira lição de hoje para nós: buscar uma meta, um objetivo de vida e traçar um plano para alcançá-lo. Mas tenhamos também a certeza de que, sozinhos não conseguiremos nada. Eu lhe pergunto: “Qual é o seu plano hoje?” O plano de Jesus foi difundir o Evangelho para toda a humanidade. O nosso não precisa ser tão pretensioso, mas é preciso que cada um saiba para onde vai, o que vai fazer lá e o porquê?
Outro ponto importante é que Jesus, sendo um líder servidor, com certeza acompanhava, um por um, dos Seus doze apóstolos e amigos. Devia conhecer a intimidade de cada um, seus anseios, suas preocupações, suas dúvidas, seus amores e, no decorrer dos três anos, deve ter feito um profundo processo de cura e transformação nesses doze homens para que eles soubessem como deveriam ser com os seus próprios seguidores quando chegasse a vez deles.
Jesus sabia que estava formando os doze não para Ele próprio, mas para o mundo, como um verdadeiro Pai que escuta, acolhe, compreende, perdoa e dá forças e meios para o filho superar as dificuldades, principalmente as próprias limitações.
Como seria bom se tivéssemos mais líderes, mais padres, mais coordenadores, mais pais que se sentissem responsáveis pelos seus como Jesus!
Por fim, a força que saía d’Ele curava a todos. Na linguagem de hoje, poderíamos dizer que Jesus era uma pessoa que tinha presença.
Ele é a Luz, por isso atrai a todos. Sua postura é sempre impecável. Mesmo lidando com doenças e demônios, Jesus conservava uma atitude positiva, conservando em tudo a firmeza de ânimo.
Assim como Ele, nós devemos praticar a mesma firmeza de ânimo, a fim de traçar um projeto de vida, sermos determinados e tocar para frente, contando sempre com a ajuda dos outros, pois “uma mão lava a outra” e as duas ficam limpas. Cristo, ao escolher os Seus discípulos, não faz outra coisa senão lhes confiar também a responsabilidade e os envia em missão para onde Ele mesmo deveria ir.
Precisamos ter atitudes positivas no nosso dia a dia. Uma atitude positiva mesmo frente aos problemas da vida. Isto nos fará superar todas as dificuldades.
Qual é o seu plano hoje?




Padre Bantu Mendonça


Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

RETRATO FALADO FEITO A MÃO ESTÁ DESAPARECENDO





Retrato falado: apenas dois investigadores ainda desenham criminosos à mão em SP
RENATA MIRANDA
DE SÃO PAULO

A policial civil Tamara Andrade, 34, deixou o revólver de lado para combater a criminalidade com lápis, papel e borracha em uma pequena sala do Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado), no Carandiru, zona norte de São Paulo.

Retrato falado feito à mão desaparece aos poucos nas delegacias da capital
Entre os sete policiais que se dedicam à produção de retratos falados na cidade de São Paulo, somente ela e Yoshi Kawasaki, 47, seu mestre, mantêm a técnica manual para desenhar criminosos. Os outros cinco migraram para o computador. "Embora seja mais demorado, prefiro fazer à mão. Tem mais poesia", diz Tamara, graduada em artes visuais pela USP. "Somos investigadores de rostos."

Além do Deic, outros dois departamentos mantêm retratistas na capital: o Decap (polícia judiciária) e o DHPP (homicídios).

Enquanto Tamara conta apenas com as descrições das vítimas e com sua própria habilidade, seus colegas têm à disposição um banco de imagens digital com milhares de olhos, narizes, bocas e sobrancelhas prontos para montagem. No ano passado, dos 130 retratos falados feitos no Deic, 88 foram digitais e 42, manuais.

Avesso a tecnologia, o veterano Yoshi Kawasaki é o outro investigador paulistano que não larga o lápis. "Sou teimoso. O tempo que demoraria para aprender a mexer no programa digital, aproveito para fazer mais desenhos."

Com 20 anos de experiência, Kawasaki acredita que o desenho feito à mão é mais preciso. "Os detalhes que consigo colocar aumentam em 20% as chances de pegar o autor", estima ele, que fez o primeiro retrato falado do motoboy Francisco de Assis Pereira, o "maníaco do parque", no final da década de 1990.

Já o retratista do Deic Lino Barros, 47, abandonou a técnica manual por preferir a agilidade do digital. "É uma pena, mas o retrato feito à mão é uma arte que está morrendo."

O desenho não chega a ser crucial para uma investigação, mas contribui na hora de excluir suspeitos, afirmam os policiais. "Também é um desabafo da vítima que serve, muitas vezes, para ajudar a curar o trauma causado pela agressão", conta o investigador Gabriel Ferreira, 35. Ex-retratista, ele voltou às ruas há quatro anos. "Quem desenha o retrato falado é a própria vítima. A gente só empresta a mão."



Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1150090-retrato-falado-apenas-dois-investigadores-ainda-desenham-criminosos-a-mao-em-sp.shtml